• QUADRINHOS DE GELO: DO EREMITA DO ICEBERG

    Pela primeira vez as histórias de Overman, o estranho herói da tiras “Piratas do Tietê”, de Laerte. estão reunidas em um livro. Finalmente, um herói com os problemas mais elementares dos mais comuns dos mortais chega para liqüidar o mito de que um herói não pode falhar. Overman não só falha, como falha sempre! Overman tem como muitos de nós, uma origem obscura, uma vida discutível e um destino preocupante. Mora no Ipiranga, onde divide com seu amigo Ésquilo um quarto de pensão ao lado de um estacionamento. De missão em missão, ele vai em frente, alternando derrotas ou empates técnicos contra vilões e períodos de crises pessoais, sempre muito profundas porque Overman, como diz o “over”, não conhece limites. Nem todos os vilões de Overman almejam o controle do planeta. A maioria se dedica às suas vilanias por puro espírito de porco, praticando o mal através de trotes telefônicos, escritos em nota de dinheiro ou peidos – como os do temível Maníaco Flatulento. Mas também há vilões de real periculosidade, como Pane, uma moça que consegue sabotar qualquer aparelho a qualquer distância, e o Capitalista Imundo que… hã… bem… o nome já diz tudo, né? Essa coletânea revela também a origem lendária de Overman, numa seqüência que homenageia a história das revistas em quadrinhos no Brasil.

  • QUARENTA CAIXÕES

    “Estamos acostumados à fatalidade. Ela sempre nos espera no final da estrada.”

    No dia 8 de agosto de um ano não revelado da década de 1890, um navio chega no porto de Whitby, na Inglaterra, no meio de uma misteriosa e estranha tempestade. Sem nenhuma alma viva a bordo, o único tripulante encontrado foi seu capitão, morto e amarrado ao leme, segurando seu diário de bordo.

    Quarenta Caixões mostra a trajetória da embarcação que transportava uma carga hedionda, selando o destino de todos na escuna amaldiçoada.

    Uma homenagem a um dos maiores clássicos da literatura de terror de todos os tempos, revelando os acontecimentos que levaram à chegada do Príncipe dos Vampiros a Londres.

  • QUEM MATOU JOÃO NINGUÉM?

    “Quem matou João Ninguém? é uma história em quadrinhos de fôlego, com muitas camadas de leitura. A complexidade da favela, com sua violência, se transforma na complexidade dos personagens, que vão se apresentando ao leitor e dialogando com ele.” – Gian Danton

    Esta não é uma história em quadrinhos de super-heróis convencional. Para começar, ela se passa no Brasil, no Morro de Santa Edvirges, comunidade pobre que poderia estar em qualquer grande metrópole do país. Como em qualquer favela, em meio a todos os problemas sociais, existem pessoas que tentam tocar suas vidas da melhor maneira possível. Entre elas, os garotos João, Roberto, Sandro e Nina.

    Cercados pelos conflitos do tráfico de drogas, os amigos crescem, seguindo caminhos diferentes. Até que um violento assassinato desencadeia uma sequência de eventos que pode alterar a vida de toda a comunidade. E tudo pode mudar ainda mais, para o bem ou para o mal, quando entra em cena o Sujeito-Homem, um vigilante aprendendo que as regras do heroísmo no Brasil podem ser bem diferentes do que ele estava acostumado a ler nas histórias em quadrinhos.

    Prestando homenagem ao legado dos super-heróis das HQs, Quem Matou João Ninguém? é uma graphic novel sobre amizade e traição criada por Zé Wellington e Wagner Nogueira, e ilustrada por Wagner de Souza, Cloves Rodrigues, Ed Silva, Alex Lei e Rob Lean. Este é um projeto apoiado pelo Governo do Estado do Ceará através da Secretaria da Cultura.

  • QUADRINHOS ÁCIDOS Nº 01

    é uma série de tiras que aborda os assuntos corriqueiros do nosso dia-a-dia com uma visão crítica e bem-humorada, mostrando o lado engraçado e irônico de coisas simples como trânsito, fotos de celulares e amigos sem noção.

    Agora, Quadrinhos Ácidos ganhou uma versão física pela Jambô Editora, num encadernado, com 96 páginas recheadas de humor rápido, ranhetice divertida e crítica mordaz.

    Neste primeiro volume, o leitor encontrará os Piores Amigos do Facebook, Leis Que Deveriam Existir, Pessoas Que Eu Não Entendo e Traduções Idiotas de Filmes, entre outros assuntos abordados. Tudo feito para quem sabe rir de si mesmo, e para quem entende que uma crítica nem sempre precisa ser ofensiva ou chata.

     

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